Ofício comunica nomeação de Luiz Soares de Gouvêa Horta como auxiliar da inspetoria. Este se apresentará a Manuel Miranda e Bezerra Cavalcante afim de tomar posse do cargo.
Relata conversa com o Senador Pira, que esteve em conferência com o Secretário da Fazenda. O Secretário disse que sendo ele e Horta Barbosa positivistas ( e o serviço da inspetoria também é acusado de ser), se ele intersedesse à favor da inspetoria, desvaforecendo os Capuchinos em relação à pedido de dinheiro, este poderia ser acusado por agir "inspirado por espírito de sectarismo". Mas que agiria com empenho para garantir a quantia sem comprometer a parte dos padres. Já que a quantia constava no orçamento por pedido deles.
Comunica chegada a Porto Alegre em 28 de abril. Notifica não ter encontrado Sr.[Ramos] e portanto deixou objetos e correspondência a serem entregues a ele com o gerente do armazém da companhia Viação São Paulo - Matto Grosso.
Relata publicação no Jornal do Commercio do dia 8. Um artigo traria como informação a pacificação dos índios Caingangs. Horta Barbosa esclarece que pode haver confusão sobre a autoria do artigo. Podendo-se pensar que teria sido ele que o escreveu, já que não há assinatura na matéria. Esclarecendo não ter escrito ou colaborado com sua feitura.
2 correspondências: a primeira comunica envio de carta de D. Luis P. Barreto recebida por ele. Através da carta Manuel Miranda perceberia a necessidade de se investir em "campos novos" para resolver um certo caso.
Já a segunda correspondência trata do regresso do chefe a capital. Este traria notícias sobre os Nhambiquaras e outras "naçoes por ele descoberta" no "sertão" de Mato grosso.