Catálogo Eletrônico IEB/USP

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259141
Acervo: Osman Lins
Código de Ref.: ol-lit-rcg-059
Espécie/Formato/Tipo: CARTA
Descrição: Refere que o material para a exposição de Osman Lins está com o amigo Mário, da Freitas Bastos, aguardando a 2° edição de "A Rainha dos Cárceres da Grécia"; que as "Edições de Ouro" continuam com a tabela de CR$ 10 mil para a cessão de direitos autorais, por cinco anos, e de CR$ 20 mil, para a cessão definitiva, com as ressalvas para outros tipos de edição, para teatro, cinema,livro em quadrinho,etc; que já montou o reembolso postal; que conseguiu uma relação com o nome de todos os Prefeitos, eleitos, em 1976; que tentará conseguir lista dos vereadores de todo o Brasil, nomes de juízes e promotores, que são os intelectuais do interior; que pretende, com isso, esgotar os livros dos autores ao qual representa, crendo podê-lo fazer sem dificuldade; que nessa hipótese, os seus agenciados terão o controle da comercialização dos próprios livros, posto que ele fornecerá extrato de contas; que de outra forma não terá como exercer esse controle, ao menos, parcialmente; que não está alheio aos entendimentos com o pessoal do Teatro e vai retomar os contatos nos próximos dias; pergunta como foi a viagem de Osman Lins ao Peru; pergunta a opinião de Osman Lins sobre o mercado do livro, naquele país; que aguarda notícias e o saúda como "conterrâneo e admirador".
Localidade: Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data: 14/3/1977
Remetente: Rômulo Paes Barreto
Destinatário: Osman da Costa Lins [Osman Lins]
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259142
Acervo: Osman Lins
Código de Ref.: ol-lit-rcg-060
Espécie/Formato/Tipo: OFÍCIO
Descrição: Ofício n° 014/77; Ref. CEC-SG; Leva ao conhecimento de Osman Lins, que a Câmara de Letras do Conselho Estadual de Cultura de São Paulo, acolhendo proposição do conselheiro Carlos Eduardo da Rocha, registrou na ata de seus trabalhos da sessão de 02 de dezembro p.p., voto de congratulações pelo lançamento de "A Rainha dos Cárceres da Grécia". Apresenta a Osman Lins protestos de consideração e apreço. Assinado pelo então secretário-Geral Eustórgio Lima Cavalcanti.
Localidade: São Paulo, SP, BRA
Data: 27/1/1977
Remetente: Conselho Estadual de Cultura / Secretaria de Educação e Cultura (São Paulo)
Destinatário: Osman da Costa Lins [Osman Lins]
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259143
Acervo: Osman Lins
Código de Ref.: ol-lit-rcg-061
Espécie/Formato/Tipo: LISTA
Título: A RAINHA DOS CÁRCERES DA GRÉCIA/ 1ª EDIÇÃO
Descrição: Informa o número de exemplares de "A Rainha dos Cárceres da Grécia" por: tiragem, propaganda, vendas; relata o número de exemplares vendidos entre 23 e 30/11/76 e entre 1°/12/76 a 31.5.77, totalizando o número de 2.743 exemplares do livro.
Localidade: s.l.
Data: [de 23/11/1976 a 31/5/1977]
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259144
Acervo: Osman Lins
Código de Ref.: ol-lit-rcg-062
Espécie/Formato/Tipo: ENTREVISTA
Descrição: Rascunho datiloscrito de entrevista com Osman Lins, em três folhas/páginas. Aborda aspectos de "Avalovara" (1973) e de "A Rainha dos Cárceres da Grécia" (1976), com enfoque maior no segundo. Também menciona "Nove, Novena" (1966).
Localidade: s.l.
Data: [1977?]
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259145
Acervo: Osman Lins
Código de Ref.: ol-lit-rcg-063
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Descrição: Citação datiloscrira de trecho da obra "A Rainha dos Cárceres da Grécia" (1976), de Osman Lins. s/d e s/a. Parece ser papel de Julieta de Godoy Ladeira, não de Osman Lins. Encontrava-se na extinta caixa "Documentos Pessoais", sem etiqueta nenhuma nem junto com outro documento.
Localidade: s.l.
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259146
Acervo: Osman Lins
Código de Ref.: ol-lit-rcg-064
Espécie/Formato/Tipo: RESENHA
Título: SEGREDOS DOS CÁRCERES DA GRÉCIA; Em "A Rainha dos Cárceres da Grécia", Osman Lins usa fragmentos da vida e obra de Lima Barreto, numa homenagem ao autor de romances e contos que admirava desde a juventude. Em seu livro, Osman ainda reverencia o argentino Jorge Luis Borges.
Descrição: O resenhista enfatiza a homenagem de Osman Lins a Lima Barreto em sua obra "A Rainha dos Cárceres da Grécia" - homenagem nunca revelada publicamente por Osman Lins - bem como, menciona importantes obras de autores brasileiros que surgem no intertexto desse romance osmaniano, a exemplo da de Jorge Luis Borges; tece comentários sobre "Avalovara" (1973)e sobre o ensaio "Lima Barreto e o Espaço Romanesco" (1973) - tese de doutorado em Letras de Osman Lins, orientada oficialmente pelo professor e ensaísta Alfredo Bosi; cita a longa entrevista concedida por Osman Lins à Geraldo Galvão Ferraz (revista VEJA, 28/11/1973, transcrita em "Evangelho na Taba" (1979)); cita a entrevista concedida por Osman Lins à sua filha Letícia, do Jornal do Brasil (texto também incluído em "Evangelho na Taba" (1979); refere algumas (re)leituras da obra "A Rainha dos Cárceres da Grécia", como a de Massaud Moisés e de Marcos Bagno; dialoga com comentários de Ana Luiza Andrade, Regina Igel, Telênia Hill sobre "A Rainha"; ressalta que Osman Lins "lançou mão de elementos da vida e da obra de Lima Barreto para construir a sua "Rainha"; refere o livro de narrativas "Nove, Novena" (1966) e o romance "O Fiel e a Pedra" (1961)como obras que também contém traços alusivos a Lima Barreto; refere que Osman Lins é "hospitaleiro e amigo", em "A Rainha dos Cárceres da Grécia", ao convidar para a sua festa literária, alguns companheiros de ofício como "Dora Paulo Paes" (o poeta e a esposa), Hermilo Borba Filho, Massaud Moisés, Dalton Trevisan, Anatol Rosenfeld, Sérgio Sant'Anna, Carlos Drummond de Andrade, Antônio Vieira, Joyce, Zola, Virginia Woolf, Thomas Mann, Dickens, Stendhal, Sterne, Kafka, Tolstoi,Dostoiévski,Turguiêniev, Unamuno, Horácio, Petrarca, Sófocles, Aristóteles, Bioy Casares, Lewis Carroll, Ovídio e Sartre; reverencia o artigo de Nilo Scalzo, sobre "A Rainha dos Cárceres da Grécia", publicado no Suplemento Cultural, de "O Estado de São Paulo", em 21/11/1976.
Localidade: São Paulo, SP, BRA
Data: 17/3/1990
Autor: HUGO ALMEIDA
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259147
Acervo: Osman Lins
Código de Ref.: ol-lit-rcg-065
Espécie/Formato/Tipo: RESENHA
Título: O social em um romance de Osman Lins.
Descrição: Resenha em que Lauro de Oliveira considera a obra "A Rainha dos Cárceres da Grécia"(1976), de Osman Lins, ressaltando, especialmente, que os problemas sociais e políticos sempre representaram preocupação para Osman Lins, sobretudo a partir de sua maturidade literária; considera como alguns aspectos principais da obra, em variada medida, o que indica como "ressonâncias mitológicas, inquietação metafísica, estudo social, clamor reivindicatório, aversão às instituições e a tentativa de análise da psicologia dos pobres, entremeados a problemas formais da atualidade".
Localidade: Pernambuco [PE], BRA
Data: [17/2/1993]
Autor: LAURO DE OLIVEIRA
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259148
Acervo: Osman Lins
Código de Ref.: ol-lit-rcg-066
Espécie/Formato/Tipo: ENSAIO
Título: CRITIQUE OR THE CRITICS: OSMAN LINS' ESSAY-NOVEL, A RAINHA DOS CÁRCERES DA GRÉCIA.
Descrição: Trata-se de um ensaio em que, basicamente, o autor reflete sobre a composição e o sentido da obra "A Rainha dos Cárceres da Grécia", considerando que Osman Lins utiliza a técnica de múltiplas e sucessivas leituras do texto alvo (a narrativa de rádio cujo protagonista é Maria de França)como um dispositivo fundamental para a aplicação de perspectivas críticas sucessivas e alternadas de interpretação; o ensaísta indica as múltiplas abordagens textuais que são empreendidas pelo pseudo-autor anônimo (termo empregado pelo próprio Osman Lins), nesta obra, o que possibilita a penetração do texto em sucessivas camadas; indica o Novo Cristicismo e o Formalismo de Propp, o Marxismo, o Logocentrismo lacaniano,o Estruturalismo (especialmente no uso de oposições binárias), a Semiótica, a Carnavalização bakhtiniana, o Criticismo mitológico, bem como, refere que são utilizados elementos teóricos presentes em Derrida e Bloom.
Localidade: Wisconsin
Data: [1986?]
Autor: Daniel, Mary L.
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259149
Acervo: Osman Lins
Código de Ref.: ol-lit-rcg-067
Espécie/Formato/Tipo: ENSAIO
Título: Espelhos e segredos da Rainha; Enone.
Descrição: Neste ensaio, Hugo Almeida elabora a proposição central de que Osman Lins, em sua obra "A Rainha dos Cárceres da Grécia" faz uma contundente e poética homenagem ao autor de "Triste fim de Policarpo Quaresma", Afonso Henriques de Lima Barreto (admirado desde a juventude de Osman Lins), bem como ao escritor Jorge Luis Borges. Reflete sobre alguns aspectos fundamentais dessa obra osmaniana, como por exemplo, sobre a intertextualidade com a literatura brasileira e mundial,citando algumas das obras, que entre outras, segundo o ensaísta, dialogam com "A Rainha dos Cárceres da Grécia", de Osman Lins: "Triste fim de Policarpo Quaresma", "Vida e Morte de M.J. Gonzaga de Sá", "Recordações do Escrivão Isaías Caminha", todos de Lima Barreto; "Memorial de Aires", de Machado de Assis; "Werther", de Goethe; "O pêndulo de Foucault", de Humberto Eco; "Os Lusíadas" de Camões; "São Bernardo", de Graciliano Ramos; "Grande Sertão Veredas", de Guimarães Rosa; "A Comédia Humana", de Balzac; "Dom Quixote", de Miguel de Cervantes. Cita ainda, que Osman Lins, "hospitaleiro e amigo", convida para a "festa da Rainha", os seguintes companheiros de ofício: "Dora Paulo Paes" (o poeta e a esposa), Hermilo Borba Filho, Massaud Moisés, Dalton Trevisan, Anatol Rosenfeld, Sérgio Sant'Anna, Carlos Drummond de Andrade, Antonio Vieira, Joyce, Zola, Virgínia Woolf, Thomas Mann, Dickens, Sterne, Kafka, Tolstoi, Dostoiévski, Turguiêniev, Unamuno, Horácio, Petrarca, Sófocles, Aristóteles, Bioy Casares, Ovídio e Sartre. Faz referências às interpretações que Massaud Moisés, Marcos Bagno, Telênia Hill, Regina Igel empreendem sobre o romance osmaniano. Tece consideraões sobre o romance "Avalovara" (1973) e a tese de doutoramento de Osman Lins, que teve como orientador oficial Alfredo Bosi: "Lima Barreto e o espaço romanesco" (1973), em diálogo com "A Rainha dos Cárceres da Grécia", romance o qual procura elucidar os pormenores literários.
Localidade: São Paulo, SP, BRA
Data: [11/8/1989]
Autor: HUGO ALMEIDA
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259150
Acervo: Osman Lins
Código de Ref.: ol-lit-rcg-068
Espécie/Formato/Tipo: ENSAIO
Título: Enone. O CULTOR E A RAINHA (ensaio)
Descrição: Em "O Cultor e a Rainha" Hugo Almeida desenvolve cinco itens: 1. O adeus às armas; 2. Retábulo de Osman Lins; 3. Guerra sem paz; 4. Antecedentes da Rainha e 5. Segredos dos cárceres da Grécia. No primeiro item, são apresentados registros diários escritos por Osman Lins entre os dias 6 de Maio a 6 de Junho de 1976, evocando os acontecimentos de seu último mês de vida; o item dois apresenta-se organizado na forma de "Mistérios", ao modo de "O Retábulo de Santa Joana Carolina", porém os quais referem a vida e a obra do escritor; no item três, afirma a completude da obra osmaniana - não obstante a morte do artista aos 54 anos, tece comentários pertinentes ao "A Rainha dos cárceres da Grécia", "Nove, Novena", "Guerra sem testemunhas", "O visitante", "Os gestos", "Avalovara", "Lima Barreto e o espaço romanesco" e destaca as obras "Sagarana" (1946), de João Guimarães Rosa, "Laços de família" (1960), de Lispector, "Crime e Castigo" (1866), de Fiódor Dostoiévski, "Recordações do escrivão Isaías Caminha (1909) e "Vida e Morte de MJ Gonzaga de Sá" (1919), de Lima Barreto, "Educação sentimental" e "Madame Bovary", de Flaubert, como obras marcantes da literatura moderna e que dialogam com a obra osmaniana; no item quatro, busca rememorar a criação literária de Osman Lins até a realização de seu último livro "A Rainha dos Cárceres da Grécia", indicando e comentando certos aspectos de "antecedentes da rainha", como "Avalovara" (1973), "Lima Barreto e o espaço romanesco" (1976), "Marinheiro de primeira viagem" (1963), "Nove, Novena" (1966), "Guerra sem testemunhas" (1969), "O visitante" (1965), "O fiel e a pedra" (1961) e citando ainda "La paz existe?", "Do ideal e da glória - problemas inculturais brasileiros", "O diabo na noite de Natal", os três lançados em 1977 e "Casos especiais de Osman Lins" (1978), como obras que marcam o "pós-rainha"; ainda no item quatro, aponta que, no percurso do autor, há algumas constantes como a presença do ornato, do tema amoroso, as referências bíblicas, o verbo no presente como uma espécie de eternidade, dentre os mais importantes; no item cinco destaca a intertextualidade poética latente em "A Rainha dos Cárceres da Grécia" especialmente entre certas composições literárias de Lima Barreto e Jorge Luis Borges, conformada numa forma de "homenagem" a esses artistas; comenta algumas leituras (re-leituras) de "A Rainha dos Cárceres da Grécia" como a de Massaud Moisés, Telênia Hill, Regina Igel, Marcos Bagno e Ana Luiza Andrade, sob seu parecer crítico.
Localidade: São Paulo, SP, BRA
Data: 21/10/1989
Autor: HUGO ALMEIDA
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