PM anota que de 1950 a 1975, a superfície plantada de milho no NE cresceu mais de 2 vezes e meia, mas os rendimentos cairam, por causa da insuficiência de pesquisas para obtenção de variedades que resistam melhor à seca. O sorgo tolera melhor solos salinizados e solos de baixa fertilidade. Porém PM indaga sobre o sorgo no NE, já que este entra pouco na alimentação, sendo mais consumido o feijão de corda. Na segunda página, sob o título "Trópicos e desenvolvimento", PM enumera três idéias gerais: 1) A unidade e diversidade dos problemas de desenvolvimento do meio tropical; 2) Para quem desenvolver? e 3) Como? Respeitando técnicas, hábitos e mentalidades.
Faz comentários sobre a cultura após as queimadas e afirma que as paisagens não são ecossistemas.
PM observa o significativo crescimento da superfície coberta por plantas de forragem entre os anos 1950, 60 e 70, os tipos de forragem utilizados e o aumento da natalidade do gado. Anota, ainda, o crescimento da população urbana e da produção de alimentos. Nos anos 78 e 79, registra importação de milho e feijão no NE, sobretudo em Pernambuco.