|
263571
|
|
Acervo:
|
Pierre Monbeig
|
|
Código de Ref.:
|
07-074
|
|
Espécie/Formato/Tipo:
|
FICHA DE LEITURA
|
|
Título:
|
Paulo Farnese Filho
|
|
Descrição:
|
P. Monbeig anota dados sobre o Mato Grosso do Norte, exclusivamente. Depois de 1940, o governo do Estado instalou algumas colônias agrícolas. Alguns grandes proprietários dividiram suas terras para vendê-las. A superfície ocupada aumentou pouco entre 1950 e 1960. Em 1975, aproximadamente 68% do território foi congelado por seus proprietários que não desenvolveram nenhuma exploração; grande parte dos proprietários eram não residentes no MT. A terra é mercadoria em valorização. Dados demográficos demonstram que o MT teve um crescimento populacional de 10,8% por ano entre 70 e 80. Em 1980, 62,7% da população é rural, reduzida, porém, na bacia de Cuiabá,devido à introdução de máquinas e à diminuição de mão de obra. Dados sobre a renda per capita e sobre porcentagem de imigrantes por região do Estado de MT.
|
|
Localidade:
|
s.l.
|
|
Data:
|
s.d
|
|
Autor:
|
Pierre Monbeig
|
|
Ver mais detalhes
|
|
|
263572
|
|
Acervo:
|
Pierre Monbeig
|
|
Código de Ref.:
|
07-075
|
|
Espécie/Formato/Tipo:
|
ANOTAÇÃO
|
|
Título:
|
Questão agrária e política do Estado. O Polonordeste
|
|
Descrição:
|
Pequenas notas: programa de desenvolvimento de áreas integrada do Nordeste, lançado pelo Governo Federal em 1974. A renda média do brasileiro em 1980 era igual a U$ 1500, mas 15 milhões de nordestinos tinham renda inferior a U$ 50 (sobre 36 milhões no total).
Observação: burocratização do crédito que atende às grandes empresas.
|
|
Localidade:
|
[Paris, Chef-Lieu, région Île-de-France, FRA]
|
|
Data:
|
s.d
|
|
Autor:
|
Pierre Monbeig
|
|
Ver mais detalhes
|
|
|
263573
|
|
Acervo:
|
Pierre Monbeig
|
|
Código de Ref.:
|
07-076
|
|
Espécie/Formato/Tipo:
|
ANOTAÇÃO
|
|
Título:
|
A Experiência de Sobradinho
|
|
Descrição:
|
O fichamento refere-se a acão do INCRA a 700km antes da barragem em Bom Jesus da Lapa, registrando a atribuição de terras; os recém chegados, por falta de meios, alugam suas terras para os antigos fazendeiros a um bom preço. As terras são valorizadas pela irrigação, adubação e inseticida e eles contratam trabalhadores temporários que são às vezes os novos proprietários.
|
|
Localidade:
|
s.l.
|
|
Data:
|
s.d
|
|
Autor:
|
Pierre Monbeig
|
|
Ver mais detalhes
|
|
|
263574
|
|
Acervo:
|
Pierre Monbeig
|
|
Código de Ref.:
|
07-077
|
|
Espécie/Formato/Tipo:
|
ANOTAÇÃO
|
|
Título:
|
El Pantanal: un ejemplo del impacto de la geomorfología sobre el medio ambiente.
|
|
Localidade:
|
[Paris, Chef-Lieu, région Île-de-France, FRA]
|
|
Data:
|
s.d
|
|
Autor:
|
Pierre Monbeig
|
|
Ver mais detalhes
|
|
|
263575
|
|
Acervo:
|
Pierre Monbeig
|
|
Código de Ref.:
|
07-078
|
|
Espécie/Formato/Tipo:
|
FICHA DE LEITURA
|
|
Título:
|
Ford en Amazonie
|
|
Descrição:
|
Breve fichamento de Pierre Monbeig sobre concessão de 2,5 milhões de acres no Pará, constituindo a Fordlândia, correspondendo a 82% da superfície de Connecticut. Plantou-se 500.000 sementes de borracha. Em maio de 1934, a Ford adquiriu 703.750 acres em Belterra, a 30 milhas da confluência do rio Tapajós com o rio Amazonas e não muito longe do centro urbano de Santarem. Em 1943 (doença das folhas) e em 1945 (venda da Fordlândia e da Belterra por U$500.000).
|
|
Localidade:
|
s.l.
|
|
Data:
|
s.d
|
|
Autor:
|
Pierre Monbeig
|
|
Ver mais detalhes
|
|
|
263576
|
|
Acervo:
|
Pierre Monbeig
|
|
Código de Ref.:
|
07-079
|
|
Espécie/Formato/Tipo:
|
FICHA DE LEITURA
|
|
Título:
|
Notas preliminares sobre a fazenda Pau d'Alho.
|
|
Descrição:
|
Pierre Monbeig anota dados sobre a Fazenda Pau d'Alho em São João do Barreiro e a zona de Areias-Bananal. Início do café em 1801-1802. Em 1814, Bananal tinha 1547 arrobas de café. Em 1822 a Fazenda Pau d"Alho tem 60.000 pés. Rezende era o centro de irradiação. Entre 1818 e 1823, o café se destaca ao lado da cana de açucar, depois as fazendas mistas deixaram lugar para a produção de café. As fazendas são centro de povoamento. P. M. registra a existência de um capital inicial e de problemas de financiamento. Os fazendeiros são mineiros ou com ascendência imediata deles.
Em 1875, a fazenda Pau d'Alho cobria 480 alqueires, sendo 100 em cafezais (70 mata virgem, 310 capoeiras e pastos). Antes de 1880 evidencia-se a decadência, agravada com a abolição. Anotação final sobre cidades do Vale do Paraíba.
|
|
Localidade:
|
s.l.
|
|
Data:
|
s.d
|
|
Autor:
|
Pierre Monbeig
|
|
Ver mais detalhes
|
|
|
263577
|
|
Acervo:
|
Pierre Monbeig
|
|
Código de Ref.:
|
07-080
|
|
Espécie/Formato/Tipo:
|
FICHA DE LEITURA
|
|
Título:
|
Os Dilemas do Crescimento do Nordeste do Brasil.
|
|
Descrição:
|
Na seca, os grandes proprietários compram (a bom preço) os bens dos pequenos que tem necessidade de dinheiro para pagar sua emigração: "indústria da seca".
A Confederação Nacional de Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) tem por principal reivindicação a reforma agrária. Exemplos de "ilhas" mais dinâmicas com ajuda de capital público que modernizaram o modo de exploração do espaço e ao mesmo tempo o sistema de relações entre os proprietários e os produtores: Cariri do Ceará com a usina de cana de Batalha; no médio São Francisco, com a agricultura irrigada; da Chapada Diamantina e no planalto de Conquista na Bahia, com a cafeicultura. Os trabalhadores rurais passam de camponeses a proletários rurais. Seus salários aumentam, mas os preços dos alimentos também, enquanto a produção local desaparece. As estradas possibilitam as migrações, permanentes ou temporárias.
|
|
Localidade:
|
s.l.
|
|
Data:
|
s.d
|
|
Autor:
|
Pierre Monbeig
|
|
Ver mais detalhes
|
|
|
263578
|
|
Acervo:
|
Pierre Monbeig
|
|
Código de Ref.:
|
07-081
|
|
Espécie/Formato/Tipo:
|
FICHA DE LEITURA
|
|
Título:
|
Francisco Schmidt: a formação de uma grande propriedade cafeeira.
|
|
Descrição:
|
Dados sobre o percurso da família de Jacob Schmidt, que chegou ao Brasil em 1858 na fazenda Felicíssima do comendador Luiz Antonio de Souza Barros em São Carlos do Pinhal. O filho Francisco nasceu em 1850 em Osthofen, tornando-se brasileiro em 1899. Desde cedo trabalhou como filho de colono, depois como colono em fazendas de café até 1878. Ele economiza para manter uma mercearia (secos e molhados) em Descalvado e em dez anos acumula um capital para comprar a fazenda Bela Paisagem em Santa Rita do Passa Quatro. Compra e vende fazendas do rico oeste paulista. Francisco Schmidt é financiado por Theodoro Willer. Em 1899, ele possui um total de 7.109 há com 3.413.910 cafeeiros, a maior parte do município de Ribeirão Preto. Em 1912, duplica o número de cafeeiros e no ano seguinte é proclamado como o rei do café. Em 1918, Francisco Schmidt e dois filhos constituem a Companhia Agrícola Francisco Schmidt.
|
|
Localidade:
|
s.l.
|
|
Data:
|
s.d
|
|
Autor:
|
Pierre Monbeig
|
|
Ver mais detalhes
|
|
|
263579
|
|
Acervo:
|
Pierre Monbeig
|
|
Código de Ref.:
|
07-082
|
|
Espécie/Formato/Tipo:
|
FICHA DE LEITURA
|
|
Título:
|
O ouro e a questão da agricultura na Amazônia legal
|
|
Descrição:
|
Trata do histórico da Fundação Brasil Central. De 1940 a 60 chegam os nordestinos que precedem os gaúchos dos anos 70. Os nordestinos, antes garimpeiros, passam a concentrar-se nas culturas de subsistência. Alguns trabalham em garimpos e se tornam coronéis. A vinda de sulistas (em torno de 2000 famílias) a partir de 1972 pôs fim ao caciquismo dos coronéis. As primeiras 40 famílias de gaúchos chegaram de Tenente Portela do RS, instalando-se na "Cooperativa de Colonização 31 de março de 1972".
O ex-presidente Geisel, luterano, apoiou a colonização visto que Norberto Schawartz era o pastor luterano da colônia (COOPERCANA- fornecia assistência técnica e comercialização da produção de arroz). Divisão entre nordestinos poderosos e os sulistas (que possuiam títulos de propriedade entregues pelo INCRA e obtinham créditos no Banco do Brasil). A descoberta do ouro transtornou a região e causou o abandono das culturas existentes. Os velhos coronéis reapareceram, tanto para financiar garimpeiros, como para abrir armazéns, onde os garimpeiros se abasteciam e vendiam o ouro.
Comenta-se ainda, conflitos na Serra Pelada e novas lideranças de políticos; outras questões: contrabando, desmatamento, pobreza dos solos. A estas segue-se nova fase: culturas se alternam voltando as pastagens.
|
|
Localidade:
|
s.l.
|
|
Data:
|
s.d
|
|
Autor:
|
Pierre Monbeig
|
|
Ver mais detalhes
|
|
|
263580
|
|
Acervo:
|
Pierre Monbeig
|
|
Código de Ref.:
|
07-083
|
|
Espécie/Formato/Tipo:
|
FICHA DE LEITURA
|
|
Título:
|
O empreiteiro, elemento intermediário na contratação da mão-de-obra volante na zona canavieira de Pernambuco.
|
|
Descrição:
|
P.M. resume o conteúdo do texto: "O empreiteiro nasceu para forçar a negação dos direitos adquiridos pelo trabalhador rural com o Estatuto de 1963". Desde o fim da Segunda Guerra Mundial ocorreu a retração de Cuba no mercado açucareiro; os proprietários do NE, estenderam as áreas plantadas em cana, expulsando os moradores e suas "lavouras brancas". O Estatuto do trabalhador rural incitou os proprietários a se livrar da mão de obra permanente. Êxodo rural, porém a safra requer trabalhadores.
A legislação do trabalho se volta contra o trabalhador. Entre 72 e 77, os incentivos foram concedidos cada vez mais a favor da modernização da agricultura, da criação de gado, da agroindústria do que para a compra de terra. A mecanização e modernização aceleraram também o exôdo e a proletarização. O empreiteiro é um trabalhador que na região de 79,8%, reside na cidade. Ele tem um nível secundáriol superior. O volante: trabalhador clandesstino não possui contrato com o proprietário.
Em São Paulo e no Paraná, os empreiteiros ou "turneiros" constituiram uma categoria profissional, formando firmas. Na Zona da mata de Pernanbuco, ao contrário, os empreiteiros dependem dos proprietários. Eles não têm firmas registradas legalmente. O empreiteiro não é considerado com um patrão pelos volantes. Um e outro são todos amigos ou parentes. O salário do empreiteiro é fixado pelo proprietário na proporção do quanto de tonelada é cortado. Não há acordo escrito.
|
|
Localidade:
|
s.l.
|
|
Data:
|
s.d
|
|
Autor:
|
Pierre Monbeig
|
|
Ver mais detalhes
|
|