Catálogo Eletrônico IEB/USP

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61301
Acervo: Celso Furtado
Código de Ref.: CF-CAD010-34
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Descrição: Duas anotações sobre economia, dispostas em dois parágrafos. A primeira anotação, contendo sete linhas, trata de um "problema que se agrava", e o FMI (Fundo Monetário Internacional), estando dominado pelos países credores, invalidam a confiança do "TM" (terceiro mundo) em suas ações. A segunda anotação, disposta em duas linhas, aborda a iniciativa dos países devedores organizarem-se para ação conjunta.
Localidade: s.l.
Autor: Celso Monteiro Furtado
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61302
Acervo: Celso Furtado
Código de Ref.: CF-CAD010-35
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Título: Conferência pronunciada por Bernard Lietaer no Hotel Penta em Genebra, a 22-2-82. Uma OPEP de devedores internacionais?
Descrição: Anotações sobre a conferência do banqueiro belga Bernard Lietaer que defende ser insustentável a dívida externa dos países do "TM" (terceiro mundo), e desconfia da criação de uma organização internacional de países devedores, semelhante à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). Celso Furtado defende que esta desconfiança não tem credibilidade, mas que o sentimento de insegurança dos credores deriva da inexistência de uma instituição internacionbal capaz de conciliar interesses de credores e devedores, já que o Fundo Monetário Internacional (FMI) foi dominado pelos países ricos. Em seguida, defende-se que as negociações da dívida externa foram mais simples quando eram feitas entre governos, através do Clube de Paris, mas que os endividamentos e as negociações passaram a ser feitos com bancos privados. Acrescenta-se que a questão se complexifica porque não basta que se cresça para pagar o serviço da dívida, mas que se cresça de determinada forma na qual se obtenha dívisas internacionais. Por fim, defende-se que a inexistência de iniciativas internacionais seja "grave loucura", pois a redução de importações dos países do "terceiro mundo" para que se obtenha divisas para pagar o serviço da dívida levará a grandes consequências para a economia internacional.
Localidade: s.l.
Autor: Celso Monteiro Furtado
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61303
Acervo: Celso Furtado
Código de Ref.: CF-CAD010-36
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Título: Pode-se falar em iminência da crise fin. internacional?
Descrição: Anotações sobre economia internacional. Incialmente, é apresentada uma tese alternativa de que o antigo Sistema Financeiro Internacional, teria deixado de ser um sistema, e, não existindo uma autoridade monetária central, teria se tornado um caos. Defende-se que, desde a quebra do Banco Herstatt, em 1974, o Banco de Compensações Internacionais (Bank for International Settlementes - BIS) esteve assumindo funções de núcleo coordenador das ações de banco centrais dos países credores, mas que não disciplina a concessão de empréstimos. Argumenta-se que, dentro de um país existe desempenha papel disciplinador, mas que, um sistema financeiro pressupõe a existência de um sistema político. No âmbito internacional, foi criada condição para emissão de papel moeda de aceitação universal, sem que existisse uma autoridade controladora. Por fim, procura-se responder se "esse sistema não é inflacionário?" a partir do multiplicador de crédito, defendendo que as autoridades monetárias estão capacitadas para controlar o volume da liquides internacional, mas que esse controle é inseparável da política monetária interna dos Estados Unidos.
Localidade: s.l.
Autor: Celso Monteiro Furtado
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61304
Acervo: Celso Furtado
Código de Ref.: CF-CAD010-37
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Título: |Planejamento - Inflação|
Descrição: Anotações sobre economia brasileira divididas em duas partes, constituídas por uma questão cada: "e a situação de um grande devedor como o Brasil?" e "que significa isso [retomar o controle do sistema econômico]". Na primeira, defende-se que se obtenha um período de carência, como condição necessária para desendividar o país, a partir da retomada do controle do sistema econômico. Na segunda parte, defende-se que a inflação corrente demonstrava a perda de controle das autoridades sobre o sistema econômico. Defende-se que o mais grave é que "esse governo" aumentou desmesuradamente a sua atuação no campo econômico, sem dispor de instrumentos para agir aonde a sua atuação é indispensável; por isso, a taxa de juros está atrelada às taxas de juros do mercado internacional. Furtado encerra a seção sem terminar a frase que se inicia por "O planejamento...". Por fim, apresentam-se algumas formas geométricas, retas e as letras alfabéticas "I", "P", "S" e "A".
Localidade: s.l.
Autor: Celso Monteiro Furtado
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61305
Acervo: Celso Furtado
Código de Ref.: CF-CAD010-38
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Descrição: Anotações sobre economia brasileira iniciadas com a seguinte questão: "Que forma assumirá a industr. brasileira uma vez superada a crise atual?" Inicia-se com a defesa de que a industrialização brasileira encontra-se "no meio do caminho", já que a indústria de equipamentos encontra-se em fase formativa. Defende-se a necessidade de uma política deliberada que assegure o avanço tecnológico. Em seguida, apresentam-se três parágrafos integralmente rasurados. Em seguida, argumenta-se que a lógica do sistema industrial não é a competitividade internacional. Diferenciam-se as empresas voltadas ao mercado externo e as voltadas ao mercado interno. Furtado discorre sobretudo acerca do primeiro grupo, em que argumenta que este visa mais a diversificação da oferta do nível de tecnologia do produto, do que à obtenção de ganhos de produtividade. Em seguida, aborda-se a relação entre avanço tecnológica e desemprego crônico, defendendo que o sistema econômico retome sua capacidade de formação de mercado interno; caso contrário, renuncia-se à autonomia para auto-sustentar o crescimento econômico. Por fim, discorre-se sobre a capacidade de financiamento interno público em quadro de desendividamento, defendendo que, anuladas os mecanismos de transmissão de pressões inflacionárias, criam-se condições de atacar o problema do endividamento, que é a fonte dessas pressões. Furtado encerra defendendo que nada é mais importante do que a política industrial, e que a orientação desta "ditará o tipo de sociedade..." (frase não finalizada).
Localidade: s.l.
Autor: Celso Monteiro Furtado
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61306
Acervo: Celso Furtado
Código de Ref.: CF-CAD010-39
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Descrição: Anotações sobre política ecônomica e gasto público. Defende-se que a que a produtividade média da economia brasileira seja decorrente da falta de um sistema nacional de decisões. Argumenta-se que o combate à inflação não se deve realizar apenas no campo institucional — como reformar o banco central, mas também nas tomadas de decisões, pela mediação da classe política em sociedades pluralistas. Furtado conclui que não é com a política recessiva corrente que se corrige a inflação e o desemprego. É buscando o consenso sobre a distribuição do "peso inevitável do sacrifício".
Localidade: s.l.
Autor: Celso Monteiro Furtado
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61307
Acervo: Celso Furtado
Código de Ref.: CF-CAD010-40
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Descrição: Anotações sobre projeto, em que Furtado defende estar este estruturado em dois eixos: identificação de principais avanços tecnológicos esperados nas duas ou três décadas seguintes; e visão prospectiva dos impactos socioeconômicos, físicos e culturais dos novos desenvolvimentos tecnológicos na América Latina. A apresentação desses dois eixos é seguida de observações sobre eles. Por fim, conclui-se que se devem distinguir os dois problemas: "aonde nos levará o desenvolvimento da tecnologia atualmente em curso nos países centrais?"; e qual a forma de utilizar ciência e tecnologia para reduzir a dependência e conciliar desenvolvimento e justiça social?
Localidade: s.l.
Autor: Celso Monteiro Furtado
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61308
Acervo: Celso Furtado
Código de Ref.: CF-CAD010-41
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Título: Projeto de entrevista para o Claudio Abramo.
Descrição: Anotações sobre economia e política econômica brasileira. As anotações se iniciam com a defesa de que o Brasil acumulou atraso econômico e social devido a decisões políticas equivocadas. Defende-se que as decisões políticas da segunda metade do século XIX, mantiveram o país com estrutura agrário-exportadora sem nenhuma autonomia tecnológica. Furtado critica a subordinação da política econômica à dívida externa e defende que, passadas as eleições do ano de 1982, os credores voltarão a pressionar para que o país adote políticas econômicas recessivas. Discorre-se sobre o problema da crise de liquidez. Defende que uma política de desenvolvimento gera pressões inflacionárias e na balança de pagamentos, sendo incompatível com a subordinação a critérios financeiros. Conclui-se que haja amplo debate no Congresso a ser eleito e que se forme consenso para definir um programa de salvação nacional, assim se tornando o Brasil influente internacionalmente para unir países do terceiro mundo na busca de solução ampla para a resolução do problema do crescente endividamento externo.
Localidade: s.l.
Data: 9/8/1982
Autor: Celso Monteiro Furtado
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61309
Acervo: Celso Furtado
Código de Ref.: CF-CAD010-42
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Descrição: Citação não referenciada, em língua francesa, sobre a não organização das economias nacionais segundo modelo de países que pressionaram pela abertura internacional.
Localidade: s.l.
Autor: Celso Monteiro Furtado
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61310
Acervo: Celso Furtado
Código de Ref.: CF-CAD010-43
Espécie/Formato/Tipo: ANOTAÇÃO
Descrição: Citação, manuscrita em sete linhas, de autoria não referenciada, em língua francesa, sobre a transição para o capitalismo da América Latina.
Localidade: s.l.
Autor: Celso Monteiro Furtado
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